Advogada por formação, ilustradora apaixonada por manipulação de imagens e pintura digital. Gosta de Livros, Música, Abóboras, Halloween, Rock e Fogos de Artifício. Vidente e psicóloga emocional.

Gustavo Magnani

4 minutos de leitura

Autor(a): Gustavo Magnani | Gênero: Drama | Ano: 2015 | Páginas: 232 | Editora: Geração Editorial | Skoob

Sinopse: Este livro, estreia impressionante de um jovem e talentoso escritor, é o relato pecaminoso de um decadente. A história de um homem religioso e carismático, temente a Deus, mas amante insaciável de sua própria carne exótica, a carne de outros homens.Um pastor gay, casado com uma ex-prostituta, filho de uma fanática religiosa. Neurótico e depravado. E agora condenado.Internado no hospital, debilitado e com um segredo de uma tonelada nas costas, este personagem atormentado decide libertar-se de seus demônios e relatar seu drama.Num relato cru e sem censura, ele literalmente vomita seus trinta anos de calvário e charlatanice na cara da congregação (e de qualquer um que se interesse por um bom inferno). Sexo, paranoia, corrupção e destruição são os ingredientes tóxicos dessa obra provocante, polêmica e inovadora.

Bom… Essa resenha é bem difícil de começar, então vamos por partes e bem devagar para todo mundo poder entender meu ponto de vista.

Fiquei com medo de postar essa resenha porque já tive problemas com autores brasileiros por “criticar” sua obra. Não sei de onde saiu essa história de que autor brasileiro só escreve Best Seller do New York Times e que você é obrigado a gostar de tudo o que escrevem e dar, no MÍNIMO, cinco estrelas e já tiveram autores que me mandaram mensagem no Facebook para que eu retirasse a resenha ou tirando satisfações de porquê eu tinha dado três estrelas, então imaginem o pé atrás que estou de postar uma resenha com uma estrela.

Gosto muito de livros polêmicos que tentam quebrar conceitos do que achamos certo ou errado e nos trazer uma nova perspectiva sobre o assunto, livros que nos jogam uma verdade escondida na cara e nos deixam pensando por dias, gosto mesmo, mas não é isso que encontramos em “Ovelha: Memórias de um Pastor Gay". Quando um livro é polêmico, ele é por natureza, ou seja, a polêmica vem com naturalidade.

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